O sofrimento como motor da mudança

O sofrimento como motor da mudança

“Onde nada muda, nada muda” – diz a sabedoria popular

Nenhum sofrimento pode ser tão cruel, do que;

o não confiarmos em nós mesmos, nem no processo e fluxo da vida (ANSIEDADE)

Vivemos num mundo maravilhoso, e todos os dias chegam pelos vários meios de comunicação soluções para os mais variados problemas. Mas…, com a instalar da pandemia, começa-se a despertar para o facto de que tanto o sistema como as instituições detentoras do poder, não oferecem soluções para a crise que a sociedade moderna enfrenta. Parece que, se torna urgente rever as prioridades, e possivelmente mudar de eixo.

Cada vez mais a humanidade desperta para o facto, que remediar, já não é mais solução. “É urgente mudar”, dizem eles. Como, e onde mudar? Em primeiro lugar, é preciso recuperar a individualidade (sair da massa). Só livres, temos acesso ao poder e sabedoria, para assumirmos a responsabilidade pela nossa vida. De outra forma, somos como pedaços de cortiça, a flutuar na água, ao sabor dos sentimentos e emoções.

Como mudar, e o que mudar?

Aqui reside o cerne da questão. Não existem duas pessoas iguais, e o conceito de normalidade (normativo), não pode ser aplicado ao ser humano. Formatar um ser humano, como se de um parafuso se tratasse, foi o maior erro, da sociedade moderna. Apesar da necessidade urgente de uma mudança de paradigma, que liberte a humanidade da formatação normativa, a mudança da humanidade será sempre, através do individual e nunca pelo social, como foi feito no último século, com resultados catastróficos.

A mudança é individual e começa dentro de cada um de nós. Nada vem de fora…, um pobre jamais será rico só porque lhe saiu o Euromilhões. Um pobre que lhe saiu o Euromilhões, torna-se num pobre com muito dinheiro. O pobre só será rico, quando mudar interior/mente. Assim como um doente oncológico ou cardíaco, não deixa de ser doente só porque se submeteu a uma cirurgia. Da mesma forma, a alegria de viver, a felicidade, a realização pessoal, a paz e a serenidade, se consegue com a conquista de algo. Assim como sabemos que um analgésico, não cura a causa da dor ou um ansiolítico, resolve o problema da ansiedade.

Apesar de tanto o analgésico assim como o ansiolítico se devam usar em SOS, sabemos, que só removendo a causa, mudando interior/mente, teremos uma nova realidade exterior.

Como, e quando se deve mudar? Mudar é reciclar, é transformar o inútil em útil. Os ventos estão favoráveis á mudança, porque uma onda de amor “mudança”, está a varrer a face da terra, e no meio destas mudanças profundas começam a surgir vocações até aqui escondidas em milhões de homens e mulheres aumentando o desejo da transformação pessoal.

O mundo vive o grande momento de viragem, e a maior procura de transformação pessoal, vem através do sofrimento da ansiedade. Nenhum sofrimento pode ser tão cruel, do que, o não confiarmos em nós mesmos, nem no processo e fluxo da vida.

Para ser possível avaliar a gravidade da situação vou mostrar aqui “a solução ideal”.

Acompanha-me! Como é que, alguém que vive imerso no terror (sofrimento/ansiedade), pode mudar para; viver sereno seguro e confiante? Há sempre uma solução perfeita para cada caso. O primeiro passo é o individuo em sofrimento ter o desejo de mudar. Mas por si só o desejo não é suficiente se não tiver uma ajuda consciente e responsável (aqui a filosofia do pronto a vestir, não funciona…, seria o mesmo de que tentar apagar o fogo com gasolina). Para os casos mais graves, é exigido, uma escola com uma equipa experiente e multidisciplinar. Em alguns casos, o sucesso só é possível através de um programa de reciclagem e transformação 100% flexível (em ambiente protegido).

É verdade que esta solução é fictícia, para mais de 99% dos que sofrem de ansiedade, o seu custo é tal, que possivelmente, nem 1% dos ansiosos tem condição financeira, para se submeter a um programa personalizado de reciclagem e transformação pessoal. Mas…, mesmo que exista a possibilidade financeira, a oferta especifica no mundo, é tão limitada, por falta de verdadeiras escolas de reciclagem e transformação que nem 1% dos que têm possibilidade financeira, teriam acesso, ou corriam o risco de morrer na lista de espera.

 Então qual é a solução para os milhões de ansiosos no mundo? Apesar de ser verdade que há milhões de ansiosos em sofrimento atroz, no mundo, nem todos querem verdadeiramente mudar.

    Faz-me lembrar mais uma vez,  o conto do enorme Cão pastor Alentejano, que agonizava de dor. O pobre do cão, gania…, gania…, sem parar de forma agonizante…, perante o visível sofrimento do enorme cão, um forasteiro indignado que passa pelo local confronta o dono que repousa tranquilamente na preguiçadeira. – “o senhor não vê o seu cão em sofrimento”? “Como pode ser tão cruel”?  O dono levanta a cabeça e responde…, “não se preocupe”…, “o meu cão deitou-se em cima de um prego que lhe está a rasgar a pele…, mas enquanto a preguiça para mudar de sitio for maior que a dor ele não muda”. Infelizmente há muita gente em grande sofrimento, mas ainda não surgiu o desejo de mudar…,

Para todos que estão em sofrimento e estão dispostos a mudar, há oferta acessível a todos. Basta querer verdadeiramente e procurar uma solução…, que a vida, vai providenciar a melhor solução para cada caso.

Qualquer dúvida não hesites

Incondicionalmente disponível

António Fernandes

O QUE É QUE SE PASSA, REALMENTE NO MUNDO?

O QUE É QUE SE PASSA, REALMENTE NO MUNDO?

O que é, que estamos a viver?

Depois do “estado de emergência”, é provavelmente decretado o “estado de calamidade publica” …, o momento é de tranquilizar. Acalmar o coração e a alma. Apesar de ninguém saber o que, verdadeiramente se passa, temos a certeza de uma coisa, TUDO VAI FICAR BEM! A natureza é sábia e sempre justa. O universo é autoconsciente e tudo que nele existe, visível ou invisível, é matéria inteligente.

As instituições detentoras do poder, estão a fazer, o melhor que sabem, através do que conseguem enxergar, do ponto de luz em que se encontram. Consoante vão sendo trazidas “à luz” declarações científicas, políticas, médicas, sociais, económicas, religiosas, mais me é trazido a memoria a velha parábola Hindu – Os Sábios Cegos e o Elefante.

Para os que, já não se recordam da parábola, eu vou avivar a memória. “Como quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto” eu não quero fugir á regra.

 ENTÃO, VAMOS LÁ…

“Numa cidade da Índia viviam sete sábios cegos. Como os seus conselhos eram sempre soluções brilhantes, todas as pessoas que tinham problemas procuravam a sua ajuda.

A pesar dos sábios serem amigos, existia competição entre eles…, que, de vez em quando, davam origem a grandes dissertações sobre qual deles, seria o mais sábio.

Certo dia, já altas horas da noite, depois de muito discutirem acerca da verdade da vida, e não chegarem a um acordo, um dos sábios ficou tão zangado, que resolveu ir viver sozinho, numa caverna da montanha. Disse aos companheiros:

– Somos cegos, para estarmos despertos, para podermos ouvir, e entender melhor que as outras pessoas, a verdade da vida. E, em vez de aconselharmos os pobres adormecidos, ficamos aqui discutindo como se estivéssemos em competição. CHEGA! Não aguento mais! Vou-me embora.

Uns dias depois, chegou à cidade um comerciante montado num enorme elefante. Toda a cidade entrou em alvoroço, nunca ninguém tinha visto, animal tão colossal. Os sábios cegos nunca tinham tocado nesse animal e correram para a rua ao encontro dele.

O primeiro sábio apalpou a barriga do animal e declarou:

– Trata-se de um ser gigantesco e muito forte! Posso tocar nos seus músculos e eles não se movem; parecem paredes…

– Que palermice! – disse o segundo sábio, tocando nas presas do elefante. – Este animal é pontiagudo como uma lança, uma arma de guerra…

– Ambos se enganam – retorquiu o terceiro sábio, que apertava a tromba do elefante. – Este animal é idêntico a uma serpente! Mas não morde, porque não tem dentes na boca. É uma cobra mansa e macia…

– Vocês estão loucos! – gritou o quinto sábio, que mexia nas orelhas do elefante. – Este animal não se parece com nenhum outro. Os seus movimentos são bamboleantes, como se o seu corpo fosse uma enorme cortina ambulante…

– Vejam só! – Todos vós, mas todos mesmos, estão completamente errados! – irritou-se o sexto sábio, tocando a pequena cauda do elefante. – Este animal é como uma rocha com uma corda presa no corpo. Posso até pendurar-me nele.

E assim ficaram horas discutindo, aos gritos, os seis sábios. Até que o sétimo sábio cego, o que agora habitava na caverna, apareceu conduzido por uma criança.

Ouvindo os gritos histéricos da polémica, pediu ao menino que desenhasse no chão a figura do elefante. Quando tateou os contornos do desenho, percebeu que todos os sábios estavam certos e enganados ao mesmo tempo. Agradeceu ao menino e afirmou:

– É assim que os homens se comportam perante a verdade. Pegam apenas numa parte, pensam que é o todo, e continuam tolos!”

Apesar da visão acertada do sétimo cego, em relação ao comportamento dos homens perante a verdade, poderíamos aqui também incluir os sistemas detentores do poder mundial, neste tempo agitado de mudanças.

 O mundo já mudou! O Covid19 veio mostrar o que a velha máquina do poder, tentava esconder. De nada adiantou tentar tapar “o sol com a peneira”, com as tomadas de força. “A verdade”, mesmo escondida, manipulada, ou ignorada, não deixa de ser verdade (“na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” – Lavoisier). A velha máquina, outrora prospera e poderosa, ao resistir a mudança de paradigma, entrou em stress, adoeceu, e foi ficando cada dia mais frágil (apesar de tentar manter a aparência). A máquina perdeu o controlo sobre os sistemas e virou sucata para reciclar.

“Uma nova era dourada de amor iluminará a face da terra”, já dizia o mestre.

O terror de ser contagiado e contagiar, passa pela metamorfose e transforma-se em aceitação (a mais ampla expressão se amor)? Estou convicto que sim. Apesar dos alertas, para a segunda vaga de “Covid”, acalma a vibração de medo, e renasce a essência amorosa em cada ser humano. A vida está a emergir da egoesclerose, e um novo homem, habitará a terra.

O momento é de acalmar a vibração, e todas a ferramentas são boas, quando os resultados são bons.

A minha poderosa ferramenta de mudança foi inicialmente oração da Serenidade

“Deus concede-me serenidade, para aceitar o que não posso modificar. Coragem para modificar aquelas que posso, e sabedoria, para distinguir uma das outras”.

Chegou a hora de aproveitar a oportunidade do momento que estamos vivendo, baixar os braços, aceitar que o mundo já mudou, me voltar para dentro, e permitir a mudança, em vez de lutar (“coragem para mudar o que posso mudar”).

A mudança já aconteceu, se enxergarmos com um pouco de atenção. Vemos que “o salve-se quem poder”, está a dar lugar a aceitação, e ao verdadeiro sentido da palavra “solidariedade”. E cresce a cada dia que passa, a certeza e autoconfiança, que; seja lá o que for, que venhamos a precisar, a vida (natureza/universo), vão providenciar. Não é o ser humano, o único de todos os reinos da natureza, munido do poder divino?

Benvindo ao novo mundo

António Teixeira Fernandes  

Como será o mundo pós Covid?

Como será o mundo pós Covid?

O Novo mundo não é ficção

O Cardeal Tolentino afirma hoje num artigo: “É importante darmo-nos conta que o mundo já não voltará a ser aquilo que era, e que há um novo percurso que devemos seguir. Mas para isto temos de reforçar a nossa experiência comunitária. E juntos, todos unidos, sem descartar ninguém, sem deixar ninguém para trás, que seremos capazes de enfrentar os imensos desafios que nos esperam. Não tenhamos dúvidas: a única verdadeira “imunidade de grupo”, de que tanto se fala, é o amor, a justiça social, a construção de um mundo mais humano”.

 A questão é a seguinte. Será possível um novo mundo, sem uma nova consciência?

Certamente que não. Se dermos uma vista de olhos, pela história da humanidade, percebemos que em cada época, predominava um tipo de consciência. E, é a consciência individual e coletiva, que definem a realidade de cada época. A humanidade sempre fez, o melhor que sabia e podia, dentro do que conseguia enxergar. Apesar de em todas as épocas surgirem, alguns despertos (iluminados), foram mal-interpretados, pelas mentes fechadas de discípulos e seguidores, que em vez de seguirem seus mestres…, deturparam seus ensinamentos geralmente de amor e compaixão, pelas trevas do medo, originando fanáticas instituições religiosas, que espalharam o terror em nome de Deus, e regaram com sangue o paraíso, criado por Deus (natureza).

Será que “a vida em abundância”; é uma utopia? Será que “o nazareno”, nos enganou? Será que nascemos para sofrer com doenças horrorosas, guerras, fome, genocídio, homicídio, ansiedade, depressão, suicídio, ou qualquer outra forma de sofrimento? De forma alguma, posso acreditar que Deus “criação/natureza”, criaria este maravilhoso planeta/paraíso, para fazer dele uma arena onde se deleitava com as lutas insanas dos filhos, que tinha vendado à nascença.

 Se assim fosse, Deus o criador de todas as criaturas da natureza, seria insano, masoquista e cruel. “Deus é amor”, dizia Paulo, e não há como duvidar. Deus é amor, e essência, que dá vida a forma humana. A criação, é sábia e sempre justa. O mundo de amor e abundância, é uma realidade, e está aí…, esperando por ser habitado pela humanidade. O que falta…? Somente amplificar a consciência, ao estado mais puro de amor “aceitação”. Sabemos que estas afirmações, não têm nada novo.  

Não será verdade, quando o nazareno, afirmava: “o meu reino, não é deste Mundo” João 18: 36; ele já falava, no que hoje a ciência moderna chama de mundos paralelos. O tal “Reino dos Céus”, não é um outro lugar…, mas sim um novo estado de consciência.

Pouco adianta opinar com mais ou menos palha. O que não falta para aí é opiniões e “achismos”, dos “especialistas na matéria”.

A pergunta é: como será o novo mundo? Como é que todos viveremos?

Ontem saí para ir ás compras, e encontrei um mundo de pessoas fechadas em suas cápsulas, de rostos tapados, abatidas, num processo de reciclagem. Á primeira vista, pareciam almas penadas (mortos vivos), mas ao estar mais atento, percebi que existia um profundo mergulho cogitativo.

Se os mais adormecidos e distraídos ainda não se refizeram, do grande abanão, os mais despertos e atentos, já veem o novo mundo para além da matéria (quântico/metafisico). Já enxergam a grande derrocada das já frágeis estruturas dos velhos sistemas político/económico/social/religioso. Não resta pedra sobre pedra. Tudo já mudou (ou está em mudança) … desde o ensino, até a saúde, já nada é como dantes “no quartel de Abrantes”.

Mas afinal o que é que vai mudar, que seja motivo de tanta expectativa e regozijo?

Não haverá certamente a caça as bruxas. Tudo é perfeito da forma que é.

Vamos aos factos…, até aqui o ser humano e a humanidade em geral tem procurado a própria realização, progresso e felicidade no material. Contruíram-se coisas fabulosas, viaturas, comunicações, palácios e toda a espécie de equipamentos práticos para facilitar a vida (conforto, lazer e prazer). Apesar deste progresso material maravilhoso, que ainda está para dar um salto gigantesco num futuro muito próximo, com a estabilização da 5ª geração tecnológica. O ser humano (humanidade), não encontrou a tão famigerada felicidade (plenitude). “A plenitude não está fora (na matéria), mas sim dentro na pessoa”. Penso que esta frase já foi escrita e lida biliões de vezes. Mas só agora, na era Covid, é que se começa a fazer luz.

Como o novo mundo, não é um lugar, mas um novo estado de consciência, o ser humano passara a viver de dentro para fora. Não estará mais sujeito ao efeito das circunstâncias externas, mas pela posse interna do Ser construir a realidade externa do ter.

Na verdade, este novo mundo sempre foi anunciado, e tudo que possa escrever é palha ao lado da sabedoria dos grandes mestres e mentores. Não deixo de ser um pomposo arrogante tentado ser humilde. O novo mundo já foi anunciado das mais diversas formas. “Vi, então, um novo Céu e uma nova Terra”, Apocalipse 21.1. o que faz a nova terra (realidade material) é o novo Céu (consciência). A consciência do Ser para Ter. A consciência do Ser para ter, está a surgir na humanidade há já muito tempo. Mas o sistema educacional instituído, viciados mantinha a formatação na competitividade e luta pela sobrevivência, condenando através da repressão do “SER” milhões de homens e mulheres ao sofrimento da ansiedade, pânico, depressão, que em casos extremis leva a dependência de droga, suicídio, morte. Mas na verdade já são águas passadas. O mundo já mudou e uma nova humanidade surge de dentro para fora.

Já nada é como antes. Uma nova consciência mudou a face da terra. Toda a natureza rejubila de alegria. Uma nova espécie surge no planeta. E todos nós fazemos parte dela!

Obrigado por estares na minha vida e no meu mundo

António Teixeira Fernandes

Workshop “Barrinhas Energéticas”

Workshop “Barrinhas Energéticas” – 1 de fevereiro de 2020

As barrinhas energéticas são bastantes nutritivas, saborosas e fáceis de fazer. Altamente personalizáveis, permitem-nos desenvolver a nossa criatividade e o nosso paladar. O seu fácil método de preparação permite-nos introduzi-las no nosso dia-a-dia e envolver todos, desde os miúdos aos graúdos, no seu preparo.

Os seus ingredientes são os frutos secos, uma pitada de sal e um fio de azeite.  Os frutos secos oleaginosos, como as amêndoas e as castanhas de caju, funcionam como a farinha desta mistura. Os frutos secos desidratados, como as tâmaras ou as passas de uva, conferem “humidade” e cremosidade, bem como a doçura que precisamos.

Neste workshop todos puseram a mão na massa e puderam envolver-se em todos os passos da receita, desde o descaroçar das tâmaras até à aplicação das variações e moldagem tanto das barrinhas, como de umas “trufas” de cacau.

Estas foram as criações dos participantes:

Aqui fica o vídeo do workshop.

Se também quiserem fazer estas barrinhas energéticas, podem aceder à receita:

Obrigado a todos os participantes pela oportunidade de partilhar a nossa experiência e de proporcionar estes momentos.

Ângela

O Coronavírus

O Coronavírus

OMS declara emergência de saúde pública mundial

O que precisa saber e fazer para ser imune ao “algoz” Coronavírus. Antes de conhecer o antídoto deste e doutros vírus, fungos e bactérias, precisa abrir a mente para perceber como tudo se processa.  

Por favor tenha um pouco de paciência, não tenha pressa; vamos recuar ao início deste mês, antes de irmos propriamente ao alarmismo do afamado Vírus.

  A indústria do passatempo hipnótico ou ilusionista entra impetuosa em 2020. Desde o “conflito” Irão, EUA, que “aterrou” o mundo com “a possibilidade” de uma guerra nuclear. O hacker Rui Pinto que desmascara a mulher mais rica de Africa, e poe em pânico uma gigantesca rede de galarotes do poder.  A concretização do ‘Brexit’, e a corrida as máscaras fabricadas na china contra o Coronavírus. Tudo isto é matéria do primeiro mês do ano. Se não estivermos atentos, até parece manobra de diversão. Mas não é! Ou é? Isso pouco importa a história o dirá.

Mas ante de irmos ao vírus propriamente dito, precisamos perceber o porquê deste arraial feito pelos órgãos de manipulação social.

É preciso refletir e não nos deixarmos levar, na onda da carneirada. Porque será que, é considerada epidemia, o facto uma dúzia de pessoas adoecer de repente, numa única localidade, mobilizando todos os órgãos de manipulação social? Sendo o Coronavírus, a notícia de abertura de todos os telejornais, e primeira página de todos os jornais. E é ignorado, o facto de um terço da população mundial estar infetada com tuberculose.

Só este 1º mês do ano, 15 000 homens foram afetados pelo cancro da próstata no mundo.

Em cada hora, 20 mulheres recebem o diagnostico de cancro da mama.

Só este mês 1 200 000 crianças morreram desnutridas, vítimas da fome.

A lista de contradições é muito longa, mas ficamos por aqui. O importante é alertar para que não se deixe, apanhar pelo medo e criar o que não quer.

Antão vamos lá, agora ao vírus. Será que o vírus, é assim tão perigoso? Se os vírus fossem assim tão perigosos, será que existiria humanidade?

Vejamos com calma, não há nada na natureza que possa sobreviver sem condições. Um vírus, bactéria ou micróbio, não são exceção.

Mas antes de continuarmos é preciso desmistificar o conceito errado, de que é o vírus, a causa principal de todas as doenças.

O que é um vírus?

O vírus é micróbios de origem mineral. São os mais pequenos. Encontram-se presentes na pneumonia, na gripe, na meningite, no herpes, na hepatite B, na raiva na poliomielite, no sarampo, na papeira, na varicela, etc.,…

Mas por si os vírus são inofensivos. Precisamos ter consciência que, os vírus e micróbios vivem em todo o lado. Povoam tanto o ambiente que nos rodeia (as nossas casas, o ar que respiramos, os alimentos que comemos) como o “ambiente interior”, não só, as mucosas e as cavidades ocas dos nossos órgãos, mas também todo o corpo. Sem eles não teríamos vida. O corpo de um adulto, dizem ser constituído por 10 triliões de células que interagem diretamente no seu meio ambiente interno por 90 triliões de outros seres do reino animal vegetal e mineral.

Os maiores micróbios pertencentes ao reino animal são, por exemplo, a ameba da disenteria ou o parasita do paludismo. Os micróbios vegetais tanto podem ser fungos microscópicos (bolores ou fermentos) como algas (bactérias ou bacilos, como o estreptococo da escarlatina e o bacilo da difteria).

A ação dos microrganismos não é sempre má, como geralmente se pensa. Se todos os micróbios fossem perigosos, o ser humano há muito teria desaparecido da face da Terra. Na verdade, os microrganismos têm uma atividade benéfica. Vejam como exemplo a nossa flora intestinal, indispensável ao desenvolvimento correto dos processos digestivos. Há micróbios em todo o corpo tanto nos tecidos e órgão internos como na pele.

 É verdade que existem os micróbios patogénicos eles constituem uma categoria de microrganismos localizados no interior do corpo, resultantes de um meio ambiente interno poluído por crenças pouco saudáveis e pensamentos tóxicos. Estes micróbios patogénicos, podem ser nefastos quando o PH do organismo se torna muito ácido. Por outras palavras, por si só, a ação de um micróbio no nosso organismo é desprezível, se não lhe for dada as condições que eles precisam para se multiplicarem rapidamente. 

Apesar da OMS declarar emergência de saúde pública mundial pelo Coronavírus, é preciso ter consciência de que de pouco ou nada adianta “o estado de emergência”, até pode ter um efeito nocivo em espalhar o pânico.

É urgente educar

Só cuidando, e mantendo equilibrado o nosso meio ambiente interno, conseguimos harmonia ambiental interna. Não concedendo condições de proliferação de doenças. Por outro lado, tudo quanto constitua um benefício para os micróbios representa, para o hospedeiro, perdas e prejuízos que podem tornar-se importantes até ao ponto de fazer perigar a sua vida.

É evidente que o sistema imunológico começa a funcionar ante a presença de um vírus patológico. Mas é sempre mais seguro, prevenir com um meio ambiente equilibrado (saudável) do que o organismo remediar com atitudes defensivas para poder se libertar deles.

Já ficamos a saber até aqui os vírus por si só não são o problema. O problema é as condições do organismo degradado, ou seja, um terreno fortemente carregado de toxinas e carenciado, sendo a condição ideal para o desenvolvimento de todas as doenças.

Os vírus, só se desenvolvem se tiverem condições propicias de um terreno orgânico deficiente…, e são de imediato destruídos quando esse terreno regressa à normalidade. Parece, então, claro que a infeção viral, nada mais é do que a causa secundária da doença.

A causa essencial e elementar, é um terreno degradado e o Ph ácido, recetivo aos vírus invasores.

O bem-estar, não se alcança atacando a causa secundária (vírus), mas sim eliminando as condições propicias para o seu desenvolvimento.

Perante o já partilhado neste texto, a pergunta é a seguinte; será que tem alguma coerência, a caça ao vírus (idade média seria a caça as bruxas)? 

 Os vírus não são predadores vorazes, estimulados por uma lógica de destruição, mas, como todo o ser vivo, esforçam-se para encontrar condições de vida convenientes ao seu desenvolvimento. Se um organismo humano lhas oferecer, eles prosperam e multiplicam-se com toda a naturalidade. Os prejuízos conseguidos no organismo são uma consequência e não um objetivo do vírus.

Conclusão: o progresso de uma doença infeciosa deve-se mais à nossa incapacidade de resistir do que à força intrínseca do vírus ou micróbio.

Na verdade, sucumbe-se com maior rapidez devido às nossas debilidades do que à força que o micróbio possa possuir.

Para uma vida saudável, alegre e feliz, imune as assombrações dos vírus e outras maleitas, é preciso alimentar-se uma boa autoestima uma mente-aberta e boa vontade…, enfim uma mente sã num corpo são.

Por outras palavras, um corpo livre de tóxicos e bem nutrido, com uma mente são e emocionalmente equilibrado está livre de qualquer mal.

Incondicionalmente disponível

António Teixeira Fernandes

Alcoolismo – Características

Alcoolismo – Características

características do alcoolismo

Alcoolismo, admite-se que certas características da personalidade podem estar na base da procura do efeito psico-farmacológico do álcool.

Por outro lado, admite-se hoje, já, que o «equipamento genético», que cada indivíduo tem para fazer face ao risco que o álcool constitui, varia de indivíduo para indivíduo, por vezes de família para família, e pode traduzir-se por variações na actividade enzimática interveniente no sistema de oxidação hepática do etanol e em outros aspectos do metabolismo.

A continuação das investigações neste campo virá esclarecer, por exemplo, as diferenças de reacção fisiológica ao consumo de álcool apresentadas por certas raças orientais e caucasianas, explicando nestas a eventual protecção à alcoolização da população, ou, pelo contrário, o aumento de uma morbilidade alcoólica em ascendentes e descendentes de alcoólicos graves.

As tentativas para compreender a criação e desenvolvimentos da dependência (dupla habituação fisiológica e psicológica ao álcool) vão, cada vez mais, situando os seus alicerces em conhecimentos neuro biológicos e bioquímicos (efeitos do álcool sobre metabolismos, interacção do álcool com os neurotransmissores cerebrais, efeito sobre as membranas e receptores, alteração das respectivas composição e funcionalidade).

A sintomatologia da síndrome de abstinência ou privação põe em relevo modificações bruscas induzidas nos sistemas vários de compensação cerebral criados pelo consumo continuado. Entre as correntes psicológicas explicativas da criação da dependência no indivíduo, destacamos duas.

A primeira fundamenta na «organização e funcionamento do indivíduo» a procura do álcool. Este desempenha para o indivíduo o «objecto substituto» privilegiado, num histórico evolutivo de uma personalidade pré-mórbida oral e narcísica.

O alcoolismo é, assim, para os psicanalistas, um sintoma, «manifestação de um conflito não resolvido». A segunda, de natureza comportamental (Watson, Skiner, Miller), defende que o alcoolismo deixa de ter o significado de sintoma para constituir ele próprio a doença, sinónimo de comportamento inadaptado e mal aprendido e, por conseguinte, patológico.

Pela sua acção ansiolítica, o álcool, tornado agente habitual de redução de tensão e ansiedade, de produção de alívio e bem-estar, constitui reforço para a persistência e repetição do comportamento alcoólico.

Relativamente a factores ligados ao Meio, assumem uma indiscutível importância os fenómenos sócio culturais e económicos, imprimindo características na própria intoxicação (alcoolização contínua dos países vitivinícolas; alcoolização intermitente dos países anglo-saxónicos, por exemplo) e no seu quadro clínico os hábitos, tradições, mitos, falsos conceitos (por exemplo: beber “para aquecer”, “para ter mais força”, “para abrir o apetite”, “para fazer a digestão”, “para matar a sede”, etc.); as diferenças culturais e religiosas (por exemplo, entre religiões islâmicas e cristãs); as normas socio-culturais rígidas influenciando hábitos e controlo da alcoolização em grupos étnicos “transplantados”, por exemplo, os grupos chineses nos EUA, que vão de culturas onde a presença e tolerância ao álcool é reduzida, para locais de maior consumo e permissividade à substância – etanol; o papel exercido pelo tipo de profissão, pela publicidade, pelas políticas de oferta e disponibilidade de álcool, etc..

Em suma, tem faltado ao estudo do Alcoolismo e seus problemas uma teoria etiológica geral que permita ajuizar, com o grau de precisão desejável, da importância relativa das suas possíveis e diversas causas, empolando alguns autores a importância dos factores individuais, empolando outros a dos socio-ecológicos e culturais.

Sem menosprezar a contribuição de umas e outras correntes, Cartwrigt e Shaw, em 1978, salientam a importância fundamental de uma interinfluência de todos esses factores – sociais, económicos, psicológicos, fisiológicos – sendo nesta interinfluência e interacção que se criam e desenvolvem as duas grandes e fundamentais determinantes da prevalência do Alcoolismo: os modelos de consumo e a vulnerabilidade ou protecção de cada indivíduo.

É um modelo multifactorial de extrema utilidade na abordagem dos Problemas Ligados ao Álcool. Em contraste com modelos tradicionais e unitários do Alcoolismo, esta abordagem reconhece distintas «etiologias»: as influências socioculturais, os fenómenos psicológicos, os efeitos dos mecanismos de aprendizagem social.

Contribuindo para um melhor conhecimento da génese biopsicossocial que a alcoolização constitui, abre novas expectativas, que vão assentar em novas dimensões e implicar, obviamente, áreas e pessoas até há pouco mantidas fora das estratégias e acções preventivas do Alcoolismo.

Fontes: Álcool e problemas ligados ao álcool em Portugal – Mª Lucília Mercês de Mello | José Barrias | João Breda

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