Sistema de Saúde Integral

Sistema de Saúde Integral

A vida que todos desejam e merecem.

O mundo já mudou e a humanidade começa a despertar para uma realidade que não imaginava existir. E consoante se entra nesta nova realidade descobre-se que o sofrimento é um estado de inconsciência.

Somos doentes desgraçados e infelizes porque não estamos conscientes do que pensamos, sentimos e fazemos… é essa a razão de constantemente nos contradizermos.

O que é o sistema de Saúde Integral da Casa Escola António Shiva®?

O sistema de Saúde Integral da Casa Escola António Shiva® é um programa de vida interativo e personalizado à necessidade do cliente.

Como funciona e em que se fundamenta?

O funcionamento é simples; apoiar o processo e fluxo natural da Vida/Criação, e fundamenta-se nos princípios de Hipócrates, aglutinado, através da mecânica da física moderna, aos milenares princípios da medicina Ayurveda e Chinesa.

Como surgiu a Casa Escola e o sistema de Saúde Integral?

Casa Escola António Shiva® é a encarnação do sonho de um menino, inspirado no movimento juvenil de maio de 1968. Foi um trajeto iniciado com a inocência de uma criança que sonhou mudar o mundo. Mas que ainda na sua juventude percebeu a sua incapacidade, optando por tentar mudar o seu grupo social, donde saiu desiludido e frustrado, decidindo ir por caminho mais seguro e fácil; ocupar-se na mudança da família de sangue. Mas aí os resultados foram ainda mais dolorosos. Só ao fim de três décadas de frustrações acordou para o facto que jamais poderia mudar o mundo. O mundo exterior que cada um vive (experimenta) é reflexo do mundo interior que cada um de nós alimenta.

Quais os benefícios verificados neste sistema de Saúde Integral da Casa Escola António Shiva®?

Em Saúde Integral não se pode falar de benefícios nesta ou naquela área da vida. A vida é um todo e engloba tudo…, tudo muda (melhora). A mudança é interna e reflete-se na realidade exterior. Tudo é transformado.

O sistema de Saúde Integral da Casa Escola António Shiva® cura ansiedade, depressão e outras doenças?

Em Saúde Integral não existe o conceito de doença. Cada pessoa é um ser único, que experimenta um sintoma desagradável ou doloroso, que tem origem em si mesmo. A palavra cura está fora do vocabulário da Saúde Integral. Aquilo que é designado vulgarmente “por doença” é a manifestação de um mal mais profundo, que precisa ser mudado. O sintoma é a luz que se acende, como aviso da necessidade urgente de atenção.

Como se chega a Mentor de Saúde Integral?

Para se ser Mentor de Saúde Integral existem dois formatos.

1º – Ter sido considerado pelo sistema ainda vigente como doente crónico (sem cura) e, depois de um programa personalizado de Saúde Integral realizado na Casa Escola António Shiva®, esse mesmo sistema ainda vigente, considerar o que antes não tinha cura, como não existente (sem sintomas). Com esta condição, abre-se a porta para a
iniciar um programa de estudo, também ele personalizado ao aspirante a Mentor de Saúde Integral.

2º – Fazer um programa de sete anos, em regime de internato Casa Escola António Shiva®. Iniciando-se como aprendiz da pratica quântica no quotidiano, terminando como Mentor de Saúde Integral. Este processo é muito seletivo, alcançando a mentoria como vocação.

Como ter acesso a este upgrade de consciência, sem sofrer de uma doença crónica?

A Casa Escola António Shiva® prepara programas de expansão da consciência (Saúde Integral) de três fins de semana (2 dias cada) e semanais (de 5 dias) para pequenos grupos que mudam radicalmente a vida de todos que nele participam.

Quem pode ter acesso a este sistema para melhoramento pessoal e profissional?

Os programas de fim-de-semana ou semanais de expansão da consciência (Saúde Integral) estão disponíveis para médicos, advogados, enfermeiros, terapeutas, estudantes, empresários, homens de negócios e a pessoas de todo o género e estrato social. Estes programas são compatíveis com todas as religiões, crenças e filosofias.
Não requer qualquer tipo de iniciação, nem ser membro de nenhuma organização – apenas a vontade de aprender como utilizar as ferramentas. É um pouco como aprender a desenhar, ou a navegar na internet de uma forma consciente – mas mais fácil.

Qual é a razão, benefício ou vantagem que leva um técnico de saúde, um empresário, um estudante ou um homem de negócios a fazer um fim-de-semana ou uma semana de expansão da consciência (Saúde Integral)?

Os benefícios e vantagens são inumeráveis; é como transitar da máquina de escrever para o computador ou como pesquisar numa biblioteca pública ou no “Santo Google”.
Uns utilizam o sistema quântico de saúde integral, para se compreenderem melhor e acelerar o SEU PRÓPRIO processo de recuperação e mudanças interiores. Outros utilizam-no para ajudar os que estão à sua volta, quer pessoalmente, quer profissionalmente.

Resumindo

O sistema simplificado de Saúde Integral da Casa Escola António Shiva® oferece um conjunto de ferramentas que todos podem utilizar. Com esta aprendizagem e este conjunto de ferramentas qualquer participante na semana de expansão da consciência ou nos 3 seminários de fim de semana, estão aptos a usar as ferramentas que lhe permitem explorar a relação entre o seu corpo físico, consciência e a sua realidade. E com isso mudar de forma consciente o rumo da sua vida. As técnicas são tão simples que até estão a ser ensinadas a crianças. É um programa científico apoiado na ciência da natureza e nas milenares filosofias orientais, isento de misticismos ou símbolos secretos.

A realização pessoal faz parte da Saúde Integral – Parte 2 (ação)

A realização pessoal faz parte da Saúde Integral – Parte 2 (ação)

“Procurai e achareis”!

“Pedi e recebereis”!

“Batei e abrir-se-á”!
A lei da riqueza proclamada por Jesus

Porque é que eu faço tudo como ensinado pelo mestre e não me sinto feliz e realizado?

No artigo anterior foi considerado o facto de os resultados de uma ação dependerem mais da intenção que move a ação do que da ação propriamente dita. Ou seja, uma mesma ação pode ser empregue com motivos diferentes. E, ao contrário do que pode parecer, isso afeta totalmente os resultados. Por exemplo, em todas as cidades, existem pessoas com as mesmas profissões ou com comércios do mesmo ramo, em que uns enriquecem e outros empobrecem. E na realidade fazem as coisas da mesma maneira, apesar de se justificar a localização, que certamente tem importância, já vi estabelecimentos e escritórios “mal localizados”, terem sucesso enquanto outros, localizados em zonas nobres, são como os buracos negros do espaço. Esta constatação encontra-se em todas as áreas da vida e em todas as realidades paralelas.

Por exemplo, há clientes que me procuram, para dar um novo sentido à sua vida, numa fase de perda de controle (caos)… e uns transformam o caos numa bênção em 3 semanas, e outros esforçam-se durante meses ou anos, e mal conseguem manter as suas vidas à deriva. Qual é a razão de isso acontecer? 

“Vamos com calma com andor que o santo é de barro”.

O que aqui vou publicar não é uma teoria para ser experimentada, é a experiência de quase cinquenta anos, na busca de um sentido para a vida. Então vem comigo, não tentes perceber… procura simplesmente aceitar, sem negar, nem acreditar. 

“Tudo é feito da mesma matéria, só a consciência faz a diferença”, diz Buda, Shiva, Jesus, Lao Lao Tsé, e tantos outros iluminados que visitaram este planeta. E hoje a física moderna, confirma esses ensinamentos com “tudo é átomo”. Mas… vamos deixar as explicações de como criamos a nossa realidade, tendo consciência disso ou não, e vamos a exemplos práticos. 

Vejamos; desde que foi declarada a pandemia e se entrou em confinamento, muitas verdades emergiram, das trevas da ilusão, fazendo ruir a estrutura de muitos sonhos profissionais. O teletrabalho rapidamente se tornou uma necessidade. 

O “marketing” digital, que já estava em grande crescimento, disparou para um crescimento inimaginável. Até aqui tudo em paz. Usar novas formas de nos comunicarmos com os clientes e divulgar o nosso trabalho. Este foi o passo certo. Mas apesar do passo dado por a esmagadora maioria ser certo, os resultados podem ser opostos.  

Aqueles que investiram no “Marketing” digital, motivados pelo medo de perder clientes (se o não fizessem), ou pela inveja de seus vizinhos ou concorrentes, os resultados serão o fracasso. Mas se, usar os suportes digitais, sem competitividade, mas simplesmente para divulgar o seu produto ou dar a conhecer o seu trabalho, motivado pelo servir o cliente (da mesma forma que gostaria de ser servido), em vez de o iludir com “maquilhagens legais (marketing)”, o sucesso está garantido, porque para dar a conhecer os serviços ou produtos com honestidade é preciso coragem e humildade, os ingredientes indispensáveis à autoconfiança, realização/sucesso. 

Assim sendo, para sabermos os resultados que vamos conseguir (sucesso ou fracasso), precisamos analisar a nossa motivação inicial, seja para que empreendimento for. Infelizmente hoje, existem muitas escolas de estratégicas e táticas digitais, também conhecidas por “Marketing digital”, que ensinam a iludir e a levar o outro a fazer aquilo que nós queremos. Escusado será dizer, que, apesar dos resultados iniciais poderem parecer magníficos, os efeitos colaterais são desastrosos. Porque levar alguém a fazer aquilo que nos queremos é uma forma de escravizar. E escravizar um semelhante é algo que se paga muito caro. 

Se quer ter sucesso que traga realização plena, não te iludas com o marketing digital ou outras formas de escravizar. Não é por acaso que, pessoas que aparentemente as suas vidas são um acumular de sucessos acabem com vidas destroçadas ou em sofrimento. Na verdade, o brilho do sucesso conseguido através do Marketing competitivo, não é mais do que a chama do pavio de uma vela de dinamite a arder. O sucesso mais ou menos longo, depende do tamanho do pavio, que vai fazer explodir a dinamite.  

Então como fazer, para que o sucesso não tenha efeitos colaterais desastrosos? 

1.º – Observemo-nos 

Nunca fazer ao outro aquilo que não quer que lhe seja feito. Não basta ter um bom produto ou serviço, é preciso que o produto ou serviço seja para verdadeiro sucesso e realização do cliente. Em suma não existe o outro, somos todos um. 

2.º – Observemos o que temos para oferecer e o que procuramos alcançar.

Muitos dos que me abordam, na procura do sucesso, buscam atividades de retorno rápido, ou formulas mágicas de o alcançar. Mas a verdade é que o sucesso não é uma explosão de uma vela de dinamite. O sucesso está ligado a continuidade e coerência. Não tem nada a ver com sorte ou azar. O verdadeiro sucesso, sem efeitos colaterais desastrosos, jamais poderá ter origem num trabalho, mas sim num serviço que realmente gostamos de desempenhar. 

A primeira abordagem que faço ao meu cliente que vem solicitar apoio num projeto que está a pensar iniciar, é levá-lo de uma forma imaginativa, para o projeto em atividade. Imagine que o cliente tem uma casa de campo numa zona paradisíaca contornado por um riacho de águas cristalinas e pensa transformar aquele lugar num espaço de turismo rural. Aparentemente estão criadas as condições para um projeto de sucesso. Mas quando o cliente é inserido no imaginário funcionamento diário da atividade turística (lidar com clientes, colaboradores, encargos bancários, fornecedores, e a manutenção do meio ambiente), a ideia pode mudar. 

Assim; é fundamental que o serviço ou atividade que pretendemos oferecer nos realize pessoalmente e que contribua, para o sucesso e realização do nosso cliente e de toda a humanidade (natureza em geral). Só assim teremos verdadeiro sucesso. Porque, somente com uma atividade que realmente gostamos e nos dá prazer fazer, seremos realizados (não é oxidante / stressante), e nos fornece as energias necessárias para continuarmos diante das mudanças (contratempos). Para quem está empolgado (realizado) com o que faz, não existe a palavra adversidade (obstáculo), tudo são oportunidades preciosas de realização pessoal e contribuição para um mundo paradisíaco. 

O que é que me entusiasma verdadeiramente? 

A minha paixão pessoal está em ressonância com o servir (pessoas e sociedade)?

O que projeto oferecer como serviço ou produto é realmente útil a alguém?

Para quem já está numa atividade e o fluxo parou ou não flui suficiente para preencher todas as necessidades, podemos refletir e fazer a pergunta de outra forma. O produto ou serviço que estou a oferecer é realmente útil para o mundo? Ofereço soluções para as necessidades de meus clientes? Estas são questões que precisamos colocar a nós mesmos.

Nota: nem sempre a solução perfeita e criativa é o mais procurado pelo cliente. Há uma tendência para remediar (adiar), principalmente quando a solução perfeita tem a ver com mudanças. 

Então o que fazer? Oferecer ao cliente o que ele precisa para se sentir realizado e feliz ou o que ele quer? Dar-lhe o que ele quer… (remediar). 

A) – se o que oferecemos é da ordem física: como comida, casa, conforto, vestuário, mobilidade etc, damos ao cliente o que ele deseja. 

B) – se o que oferecemos tem a ver com tutoria/orientação emocional, mental e espiritual, tal como: transformação, autoconfiança, alegria, satisfação, realização pessoal, paz interior, iluminação, enfim…, felicidade.  Damos ao cliente o que ele precisa, através do exemplo e partilha de experiências. Só através do exemplo de vida e partilha de experiências, se pode apresentar um serviço de suporte e tutoria de alguém que procura a mudança. 

Resumindo: 

Tudo que pertencer ao reino tridimensional (que possa ser medido e pesado) teremos sucesso satisfazendo a vontade do cliente. Tudo que não poder ser medido e pesado como realização, saúde, paz de espírito, serenidade, alegria, transformação, iluminação, satisfação, felicidade, abundância, só funciona por exemplo e atração. Ninguém com uma vida em ruína, mesmo que tenha passado pelas melhores universidades do mundo, e conquistado todos os títulos académicos, escrito dezenas de livros, tem autoridade (moral) para prestar um serviço de tutoria/aconselhamento, a alguém que procura um sentido para a vida.

Enfim; se formos honestos e responsáveis, com nós mesmos e estivermos motivados verdadeiramente, e fizermos algo de que realmente acreditamos/gostamos e que é útil para as pessoas, o sucesso está alcançado.

Espero que esta minha partilha de experiência te tenha sido útil. Encontro-me incondicionalmente disponível, para qualquer explicação que não esteja clara neste ou noutro texto escrito por mim,

António Fernandes 

A realização pessoal (sucesso) faz parte da Saúde Integral

A realização pessoal (sucesso) faz parte da Saúde Integral

1ª parte

Existe um outro modo de olhar para o mundo

Curso em milagres

É importante que cada um de nós assuma a responsabilidade pela realidade que vive (experimenta). Apesar de ser uma frase muito batida, a verdade é que sem assumirmos a responsabilidade por tudo que está na nossa vida, não passamos de uma folha sem vida (vítima), a boiar no mar da vida, ao sabor dos ventos. Já todos sabemos (temos consciência) que a saúde só é real se for integral (em todas as áreas da vida). Assim, a saúde do corpo físico jamais pode ser separada dos relacionamentos saudáveis, da satisfação e realização pessoal, assim como da saúde financeira, do amor, da alegria, enfim, de Deus. É o separar o espiritual do material (materialismo dualista) que nos leva ao julgamento e a toda a espécie de sofrimento. Apesar de ser outra frase muito batida, anunciada pelo Nazareno há 2000 anos, entrou de novo na moda e enche a boca dos espiritualistas “New Age”.

É preciso acordar e enxergar que estamos errados em reprimir os nossos potenciais divinos em prol de uma “normalidade”. Somos natureza. E nós, os humanos, somos de todos os reinos da natureza os que possuímos o poder divino de criar. Cada ser humano é uma célula da humanidade, dotada do poder de Deus (o poder de criar). Apesar de não escrever nada que já não saibas, e de há milhares de anos ser o mote dos iluminados de todas as épocas (despertai), a verdade é continuamos adormecidos neste submundo separatista/dualista.

O cerco da inteligência artificial e da nanotecnologia aperta e o despertar ou continuar adormecido, já não é uma opção de escolha entre “o conforto” da vítima adormecida, que adia o acordar e o oportunista agressor, que se aproveita da sua dormência. O despertar individual é uma questão de vida ou de morte. E a comprovar o que escrevo, temos o atual COVID e a suposta “pandemia”. 

Agora vou tentar explicar porque é uma questão de vida ou de morte. Apesar de sempre ter sido assim, e a OMS alertar sempre para o facto de que tudo começa na Consciência e de que TODAS as doenças crónicas são psicossomáticas, a sonolência é tão grande, que continuamos a querer remediar, em vez de mudar e acabar de uma vez com o problema.

Mas a verdade é que vivemos num universo em evolução constante, e a natureza da qual fazemos parte integrante, evolui ao mesmo ritmo do universo. Não podemos continuar adormecidos no velho paradigma newtoniano/cartesiano. Ou seja as soluções antigas, não se aplicam as necessidades atuais.

Então como é?

A realidade de cada um de nós é o mapa do caminho. E para se compreender o mapa, temos de começar por aceitar o princípio de que a causa do que nos tira a felicidade está no nosso interior. Da mesma forma que é verdade que os vírus, micróbios e bactérias causam a doença e os “acidentes” causam lesões, escoriações, feridas…, também é verdade que isso acontece em consequência do que se passa na consciência da pessoa envolvida. Os vírus estão e sempre estiveram por todo o lado (fazem parte da natureza). Porque é que algumas pessoas são afetadas e outras não? Porque algo diferente se passa nas suas consciências. Porque é que há doentes nos hospitais que respondem de forma favorável aos tratamentos, e outros não? Porque têm perceções diferentes. Porque algo diferente se passa nas suas consciências. Quando alguém se magoa num “acidente”, porque é que é numa parte muito especifica do corpo, exatamente na parte do corpo que, geralmente, tem problemas? Será isso um “acidente”, ou haverá um padrão e uma ordem na forma como as coisas acontecem no nosso corpo e na nossa vida? Porque é que os melhores alunos de uma turma não são os mais bem-sucedidos na vida? Porque é que uns enriquecem e são realizados e felizes e outros empobrecem e vivem miseravelmente? É tudo uma questão de consciência.

Como funciona?

Todos sabemos que o mundo materialista dualista (tridimensional) que estamos habituados, está a mudar a uma velocidade estonteante, para uma realidade unicista em que não há separação possível (espiritual/material), e nunca mais voltará a realidade antiga. Também, todos sabemos que ninguém ensina nada a ninguém (tudo já está dentro de cada um de nós) e que a humanidade e o mundo despertam para o princípio da incerteza. Que graças ao facto de nada poder ser previsível, expandimos a mente ao encontro das possibilidades infinitas. Inicialmente pode parecer confuso, para uma mente adormecida (limitada) no paradigma dualista do mundo tridimensional. Mas se estiver disposto a despertar para a vida (evolução/mudança), vai aceitar que através da incerteza nos abrimos às possibilidades infinitas deste universo maravilhoso. Na verdade, nunca ninguém pode prever o amanhã. Mas o fazer as coisas de uma maneira conhecida, dariam um resultado idêntico. Por outras palavras, não podemos ter resultados diferentes, se fizermos as coisas da mesma maneira.

Então vejamos; apesar de não podemos prever exatamente o que vai acontecer, porque será a forma como o fazemos, e não o que fazemos, que vai determinar para cada um de nós o resultado (Sucesso ou Fracasso). Também existe a um fator importantíssimo que define se o resultado vem pleno de realização ou pleno de frustração. Eu vou explicar melhor. Agora faço-o de forma um pouco superficial, para que o artigo não se torne muito longo, mas no próximo artigo aprofundo estes dois aspetos fundamentais para a compreensão da realidade (Mapa).

O primeiro passo – (admitir o problema) – é reconhecermos que a realidade que experimentamos, já não nos faz feliz. Só assim poderemos desejar outra realidade. Porque não importa se estamos doentes em sofrimento ou atolados na pobreza. É preciso que estejamos cansados do sofrimento e da pobreza (é uma questão de consciência).

O segundo passo – (Solução) – Todo o problema tem solução perfeita e criativa – ter consciência desta premissa ensinada por Jesus, é encontrar a chave que abre a porta da realização (felicidade).

Terceiro passo – (Ação) – estabelecer novos objetivos pessoais – não importa qual é área da nossa realidade (mapa), que entrou em falência, em que a (rotura/insatisfação) é mais evidente. Reparar as roturas e mudar o rumo. Aqui é necessário a ajuda de um conselheiro profissional, para não correr o risco de entramos em círculos viciosos (hoje é muito comum as situações dramáticas, próximas da demência, em muitos membros da comunidade terapêutica New Age, e de muitos profissionais convencionais e das terapêuticas alternativas).

Como artigo já está a ficar longo, e estamos a falar de soluções perfeitas e criativas, para uma vida com qualidade, e não de palha para encher, vou deixar para o próximo artigo informações importantes adquiridas ao longo dos últimos quarenta anos, que fazem a diferença e definem porque o sucesso nos pode levar ao fracasso existencial e principalmente porque é que apesar de todos aprenderem na mesma cartilha, e fazerem da mesma maneira, uns enriquecem e realizam-se e outros empobrecem e depauperam a qualidade de vida.

Por favor não hesites, coloca dúvidas e apresenta as tuas experiências adquiridas, junto participamos na criação de um mundo bem melhor.

Obrigado por fazeres parte da minha realidade e do meu mundo,

António Teixeira Fernandes

7 anos de crescimento – O que aprendi!

7 anos de crescimento – O que aprendi!

Foi no dia 1 de Julho de 2013 que entrei nesta casa para dar início a um novo ciclo na minha vida.  

Poderia dizer que foi fácil, tomar a decisão de deixar para trás aquilo que já não me fazia sentir bem, mas hoje sei que tudo aconteceu da forma perfeita e natural, e deixar para trás o julgamento ou rotular os acontecimentos. 

No início eu não tinha noção do que iria acontecer no futuro. Mas acreditei no projeto de construir uma mova vida para mim. De me reconstruir a todos os níveis: físico e emocional.  

Ao longo destes anos a aprendizagem e crescimento era (e continua a ser) diário.  

Bastou seguir sugestões sem questionar e fazer o que era preciso ser feito para que rapidamente a mudança surgisse em mim. E assim ao fim deste tempo, de uma vida de sobrevivência, lutas e batalhas passei a ver o que me rodeia de uma forma bem mais serena e tranquila.  

Não, não atingi ainda o grau de maturidade de entrar no fluxo e deixar que seja feita a vontade do todo. Nas situações do dia a dia, a primeira tendência é controlar para obter o resultado que quero. 

Sim, aprendi a utilizar todos os meus talentos, e a desenvolver a criatividade.  

Aprendi que para atingir o que me proponho a atingir, não preciso de me esforçar e trabalhar arduamente. Apenas tenho de usar boa vontade e paixão no que faço. 

Aprendi que nada é complicado, apenas eu é que complico. 

Aprendi que sou capaz de fazer aquilo que me parecia impossível eu fazer 

Aprendi que do pouco se pode fazer muito. 

A falta e escassez, foram conceitos que desapareceram do meu dia a dia. Há sempre abundância naquilo em que me foco. 

Aprendi que apenas eu sou responsável por criar a minha realidade. 

Aprendi que faço parte de tudo e de todos. Que somos todos um e cada vez que eu rejeito alguma característica no outro estou a rejeitar-me a mim.  

Aprendi que há sempre tempo e que nunca é tarde para começar de novo. Cada dia que começa é sempre uma nova oportunidade para me melhorar. 

Aprendi que partilhar aquilo que tenho e proporcionar felicidade ao outro me realiza, mas ainda estou a aprender a ser merecedora de receber também… 

Aprendi a importância de pedir ajuda quando preciso, e deixar a arrogância de parte.  

Aprendizagens importantes, é verdade, mas a mais importante de todas foi aprender a amar-me e aceitar-me tal como sou. Aceitar as minhas características, aceitar que sou humana e que erros não existem. O que existe é a oportunidade de melhoria.  

Amar-me, porque se eu não tiver amor por mim, como posso dar amor!  

Todas estas aprendizagens de vida, mudaram a minha realidade e hoje, em que o Mundo enfrenta mais uma grande revolução, sinto que estou preparada para mostrar e partilhar este aprendizado e experiência com todos aqueles e aquelas que estejam preparados para desistir de uma vida de sofrimento e entrar numa nova forma de ver a vida. 

Há tanto para dizer sobre estes sete anos… tanto que vivi. 

Se tens curiosidade, deixo-te aqui o convite para experienciares por ti tudo aquilo que acabaste de ler neste pequeno texto. 

Sabe mais como podes fazer parte deste projeto. O projeto da tua nova vida! 

Noviciado Da Casa Escola António Shiva®
O sofrimento como motor da mudança

O sofrimento como motor da mudança

“Onde nada muda, nada muda” – diz a sabedoria popular

Nenhum sofrimento pode ser tão cruel, do que;

o não confiarmos em nós mesmos, nem no processo e fluxo da vida (ANSIEDADE)

Vivemos num mundo maravilhoso, e todos os dias chegam pelos vários meios de comunicação soluções para os mais variados problemas. Mas…, com a instalar da pandemia, começa-se a despertar para o facto de que tanto o sistema como as instituições detentoras do poder, não oferecem soluções para a crise que a sociedade moderna enfrenta. Parece que, se torna urgente rever as prioridades, e possivelmente mudar de eixo.

Cada vez mais a humanidade desperta para o facto, que remediar, já não é mais solução. “É urgente mudar”, dizem eles. Como, e onde mudar? Em primeiro lugar, é preciso recuperar a individualidade (sair da massa). Só livres, temos acesso ao poder e sabedoria, para assumirmos a responsabilidade pela nossa vida. De outra forma, somos como pedaços de cortiça, a flutuar na água, ao sabor dos sentimentos e emoções.

Como mudar, e o que mudar?

Aqui reside o cerne da questão. Não existem duas pessoas iguais, e o conceito de normalidade (normativo), não pode ser aplicado ao ser humano. Formatar um ser humano, como se de um parafuso se tratasse, foi o maior erro, da sociedade moderna. Apesar da necessidade urgente de uma mudança de paradigma, que liberte a humanidade da formatação normativa, a mudança da humanidade será sempre, através do individual e nunca pelo social, como foi feito no último século, com resultados catastróficos.

A mudança é individual e começa dentro de cada um de nós. Nada vem de fora…, um pobre jamais será rico só porque lhe saiu o Euromilhões. Um pobre que lhe saiu o Euromilhões, torna-se num pobre com muito dinheiro. O pobre só será rico, quando mudar interior/mente. Assim como um doente oncológico ou cardíaco, não deixa de ser doente só porque se submeteu a uma cirurgia. Da mesma forma, a alegria de viver, a felicidade, a realização pessoal, a paz e a serenidade, se consegue com a conquista de algo. Assim como sabemos que um analgésico, não cura a causa da dor ou um ansiolítico, resolve o problema da ansiedade.

Apesar de tanto o analgésico assim como o ansiolítico se devam usar em SOS, sabemos, que só removendo a causa, mudando interior/mente, teremos uma nova realidade exterior.

Como, e quando se deve mudar? Mudar é reciclar, é transformar o inútil em útil. Os ventos estão favoráveis á mudança, porque uma onda de amor “mudança”, está a varrer a face da terra, e no meio destas mudanças profundas começam a surgir vocações até aqui escondidas em milhões de homens e mulheres aumentando o desejo da transformação pessoal.

O mundo vive o grande momento de viragem, e a maior procura de transformação pessoal, vem através do sofrimento da ansiedade. Nenhum sofrimento pode ser tão cruel, do que, o não confiarmos em nós mesmos, nem no processo e fluxo da vida.

Para ser possível avaliar a gravidade da situação vou mostrar aqui “a solução ideal”.

Acompanha-me! Como é que, alguém que vive imerso no terror (sofrimento/ansiedade), pode mudar para; viver sereno seguro e confiante? Há sempre uma solução perfeita para cada caso. O primeiro passo é o individuo em sofrimento ter o desejo de mudar. Mas por si só o desejo não é suficiente se não tiver uma ajuda consciente e responsável (aqui a filosofia do pronto a vestir, não funciona…, seria o mesmo de que tentar apagar o fogo com gasolina). Para os casos mais graves, é exigido, uma escola com uma equipa experiente e multidisciplinar. Em alguns casos, o sucesso só é possível através de um programa de reciclagem e transformação 100% flexível (em ambiente protegido).

É verdade que esta solução é fictícia, para mais de 99% dos que sofrem de ansiedade, o seu custo é tal, que possivelmente, nem 1% dos ansiosos tem condição financeira, para se submeter a um programa personalizado de reciclagem e transformação pessoal. Mas…, mesmo que exista a possibilidade financeira, a oferta especifica no mundo, é tão limitada, por falta de verdadeiras escolas de reciclagem e transformação que nem 1% dos que têm possibilidade financeira, teriam acesso, ou corriam o risco de morrer na lista de espera.

 Então qual é a solução para os milhões de ansiosos no mundo? Apesar de ser verdade que há milhões de ansiosos em sofrimento atroz, no mundo, nem todos querem verdadeiramente mudar.

    Faz-me lembrar mais uma vez,  o conto do enorme Cão pastor Alentejano, que agonizava de dor. O pobre do cão, gania…, gania…, sem parar de forma agonizante…, perante o visível sofrimento do enorme cão, um forasteiro indignado que passa pelo local confronta o dono que repousa tranquilamente na preguiçadeira. – “o senhor não vê o seu cão em sofrimento”? “Como pode ser tão cruel”?  O dono levanta a cabeça e responde…, “não se preocupe”…, “o meu cão deitou-se em cima de um prego que lhe está a rasgar a pele…, mas enquanto a preguiça para mudar de sitio for maior que a dor ele não muda”. Infelizmente há muita gente em grande sofrimento, mas ainda não surgiu o desejo de mudar…,

Para todos que estão em sofrimento e estão dispostos a mudar, há oferta acessível a todos. Basta querer verdadeiramente e procurar uma solução…, que a vida, vai providenciar a melhor solução para cada caso.

Qualquer dúvida não hesites

Incondicionalmente disponível

António Fernandes

O QUE É QUE SE PASSA, REALMENTE NO MUNDO?

O QUE É QUE SE PASSA, REALMENTE NO MUNDO?

O que é, que estamos a viver?

Depois do “estado de emergência”, é provavelmente decretado o “estado de calamidade publica” …, o momento é de tranquilizar. Acalmar o coração e a alma. Apesar de ninguém saber o que, verdadeiramente se passa, temos a certeza de uma coisa, TUDO VAI FICAR BEM! A natureza é sábia e sempre justa. O universo é autoconsciente e tudo que nele existe, visível ou invisível, é matéria inteligente.

As instituições detentoras do poder, estão a fazer, o melhor que sabem, através do que conseguem enxergar, do ponto de luz em que se encontram. Consoante vão sendo trazidas “à luz” declarações científicas, políticas, médicas, sociais, económicas, religiosas, mais me é trazido a memoria a velha parábola Hindu – Os Sábios Cegos e o Elefante.

Para os que, já não se recordam da parábola, eu vou avivar a memória. “Como quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto” eu não quero fugir á regra.

 ENTÃO, VAMOS LÁ…

“Numa cidade da Índia viviam sete sábios cegos. Como os seus conselhos eram sempre soluções brilhantes, todas as pessoas que tinham problemas procuravam a sua ajuda.

A pesar dos sábios serem amigos, existia competição entre eles…, que, de vez em quando, davam origem a grandes dissertações sobre qual deles, seria o mais sábio.

Certo dia, já altas horas da noite, depois de muito discutirem acerca da verdade da vida, e não chegarem a um acordo, um dos sábios ficou tão zangado, que resolveu ir viver sozinho, numa caverna da montanha. Disse aos companheiros:

– Somos cegos, para estarmos despertos, para podermos ouvir, e entender melhor que as outras pessoas, a verdade da vida. E, em vez de aconselharmos os pobres adormecidos, ficamos aqui discutindo como se estivéssemos em competição. CHEGA! Não aguento mais! Vou-me embora.

Uns dias depois, chegou à cidade um comerciante montado num enorme elefante. Toda a cidade entrou em alvoroço, nunca ninguém tinha visto, animal tão colossal. Os sábios cegos nunca tinham tocado nesse animal e correram para a rua ao encontro dele.

O primeiro sábio apalpou a barriga do animal e declarou:

– Trata-se de um ser gigantesco e muito forte! Posso tocar nos seus músculos e eles não se movem; parecem paredes…

– Que palermice! – disse o segundo sábio, tocando nas presas do elefante. – Este animal é pontiagudo como uma lança, uma arma de guerra…

– Ambos se enganam – retorquiu o terceiro sábio, que apertava a tromba do elefante. – Este animal é idêntico a uma serpente! Mas não morde, porque não tem dentes na boca. É uma cobra mansa e macia…

– Vocês estão loucos! – gritou o quinto sábio, que mexia nas orelhas do elefante. – Este animal não se parece com nenhum outro. Os seus movimentos são bamboleantes, como se o seu corpo fosse uma enorme cortina ambulante…

– Vejam só! – Todos vós, mas todos mesmos, estão completamente errados! – irritou-se o sexto sábio, tocando a pequena cauda do elefante. – Este animal é como uma rocha com uma corda presa no corpo. Posso até pendurar-me nele.

E assim ficaram horas discutindo, aos gritos, os seis sábios. Até que o sétimo sábio cego, o que agora habitava na caverna, apareceu conduzido por uma criança.

Ouvindo os gritos histéricos da polémica, pediu ao menino que desenhasse no chão a figura do elefante. Quando tateou os contornos do desenho, percebeu que todos os sábios estavam certos e enganados ao mesmo tempo. Agradeceu ao menino e afirmou:

– É assim que os homens se comportam perante a verdade. Pegam apenas numa parte, pensam que é o todo, e continuam tolos!”

Apesar da visão acertada do sétimo cego, em relação ao comportamento dos homens perante a verdade, poderíamos aqui também incluir os sistemas detentores do poder mundial, neste tempo agitado de mudanças.

 O mundo já mudou! O Covid19 veio mostrar o que a velha máquina do poder, tentava esconder. De nada adiantou tentar tapar “o sol com a peneira”, com as tomadas de força. “A verdade”, mesmo escondida, manipulada, ou ignorada, não deixa de ser verdade (“na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” – Lavoisier). A velha máquina, outrora prospera e poderosa, ao resistir a mudança de paradigma, entrou em stress, adoeceu, e foi ficando cada dia mais frágil (apesar de tentar manter a aparência). A máquina perdeu o controlo sobre os sistemas e virou sucata para reciclar.

“Uma nova era dourada de amor iluminará a face da terra”, já dizia o mestre.

O terror de ser contagiado e contagiar, passa pela metamorfose e transforma-se em aceitação (a mais ampla expressão se amor)? Estou convicto que sim. Apesar dos alertas, para a segunda vaga de “Covid”, acalma a vibração de medo, e renasce a essência amorosa em cada ser humano. A vida está a emergir da egoesclerose, e um novo homem, habitará a terra.

O momento é de acalmar a vibração, e todas a ferramentas são boas, quando os resultados são bons.

A minha poderosa ferramenta de mudança foi inicialmente oração da Serenidade

“Deus concede-me serenidade, para aceitar o que não posso modificar. Coragem para modificar aquelas que posso, e sabedoria, para distinguir uma das outras”.

Chegou a hora de aproveitar a oportunidade do momento que estamos vivendo, baixar os braços, aceitar que o mundo já mudou, me voltar para dentro, e permitir a mudança, em vez de lutar (“coragem para mudar o que posso mudar”).

A mudança já aconteceu, se enxergarmos com um pouco de atenção. Vemos que “o salve-se quem poder”, está a dar lugar a aceitação, e ao verdadeiro sentido da palavra “solidariedade”. E cresce a cada dia que passa, a certeza e autoconfiança, que; seja lá o que for, que venhamos a precisar, a vida (natureza/universo), vão providenciar. Não é o ser humano, o único de todos os reinos da natureza, munido do poder divino?

Benvindo ao novo mundo

António Teixeira Fernandes  

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