A realização pessoal faz parte da Saúde Integral – Parte 2 (ação)

A realização pessoal faz parte da Saúde Integral – Parte 2 (ação)

“Procurai e achareis”!

“Pedi e recebereis”!

“Batei e abrir-se-á”!
A lei da riqueza proclamada por Jesus

Porque é que eu faço tudo como ensinado pelo mestre e não me sinto feliz e realizado?

No artigo anterior foi considerado o facto de os resultados de uma ação dependerem mais da intenção que move a ação do que da ação propriamente dita. Ou seja, uma mesma ação pode ser empregue com motivos diferentes. E, ao contrário do que pode parecer, isso afeta totalmente os resultados. Por exemplo, em todas as cidades, existem pessoas com as mesmas profissões ou com comércios do mesmo ramo, em que uns enriquecem e outros empobrecem. E na realidade fazem as coisas da mesma maneira, apesar de se justificar a localização, que certamente tem importância, já vi estabelecimentos e escritórios “mal localizados”, terem sucesso enquanto outros, localizados em zonas nobres, são como os buracos negros do espaço. Esta constatação encontra-se em todas as áreas da vida e em todas as realidades paralelas.

Por exemplo, há clientes que me procuram, para dar um novo sentido à sua vida, numa fase de perda de controle (caos)… e uns transformam o caos numa bênção em 3 semanas, e outros esforçam-se durante meses ou anos, e mal conseguem manter as suas vidas à deriva. Qual é a razão de isso acontecer? 

“Vamos com calma com andor que o santo é de barro”.

O que aqui vou publicar não é uma teoria para ser experimentada, é a experiência de quase cinquenta anos, na busca de um sentido para a vida. Então vem comigo, não tentes perceber… procura simplesmente aceitar, sem negar, nem acreditar. 

“Tudo é feito da mesma matéria, só a consciência faz a diferença”, diz Buda, Shiva, Jesus, Lao Lao Tsé, e tantos outros iluminados que visitaram este planeta. E hoje a física moderna, confirma esses ensinamentos com “tudo é átomo”. Mas… vamos deixar as explicações de como criamos a nossa realidade, tendo consciência disso ou não, e vamos a exemplos práticos. 

Vejamos; desde que foi declarada a pandemia e se entrou em confinamento, muitas verdades emergiram, das trevas da ilusão, fazendo ruir a estrutura de muitos sonhos profissionais. O teletrabalho rapidamente se tornou uma necessidade. 

O “marketing” digital, que já estava em grande crescimento, disparou para um crescimento inimaginável. Até aqui tudo em paz. Usar novas formas de nos comunicarmos com os clientes e divulgar o nosso trabalho. Este foi o passo certo. Mas apesar do passo dado por a esmagadora maioria ser certo, os resultados podem ser opostos.  

Aqueles que investiram no “Marketing” digital, motivados pelo medo de perder clientes (se o não fizessem), ou pela inveja de seus vizinhos ou concorrentes, os resultados serão o fracasso. Mas se, usar os suportes digitais, sem competitividade, mas simplesmente para divulgar o seu produto ou dar a conhecer o seu trabalho, motivado pelo servir o cliente (da mesma forma que gostaria de ser servido), em vez de o iludir com “maquilhagens legais (marketing)”, o sucesso está garantido, porque para dar a conhecer os serviços ou produtos com honestidade é preciso coragem e humildade, os ingredientes indispensáveis à autoconfiança, realização/sucesso. 

Assim sendo, para sabermos os resultados que vamos conseguir (sucesso ou fracasso), precisamos analisar a nossa motivação inicial, seja para que empreendimento for. Infelizmente hoje, existem muitas escolas de estratégicas e táticas digitais, também conhecidas por “Marketing digital”, que ensinam a iludir e a levar o outro a fazer aquilo que nós queremos. Escusado será dizer, que, apesar dos resultados iniciais poderem parecer magníficos, os efeitos colaterais são desastrosos. Porque levar alguém a fazer aquilo que nos queremos é uma forma de escravizar. E escravizar um semelhante é algo que se paga muito caro. 

Se quer ter sucesso que traga realização plena, não te iludas com o marketing digital ou outras formas de escravizar. Não é por acaso que, pessoas que aparentemente as suas vidas são um acumular de sucessos acabem com vidas destroçadas ou em sofrimento. Na verdade, o brilho do sucesso conseguido através do Marketing competitivo, não é mais do que a chama do pavio de uma vela de dinamite a arder. O sucesso mais ou menos longo, depende do tamanho do pavio, que vai fazer explodir a dinamite.  

Então como fazer, para que o sucesso não tenha efeitos colaterais desastrosos? 

1.º – Observemo-nos 

Nunca fazer ao outro aquilo que não quer que lhe seja feito. Não basta ter um bom produto ou serviço, é preciso que o produto ou serviço seja para verdadeiro sucesso e realização do cliente. Em suma não existe o outro, somos todos um. 

2.º – Observemos o que temos para oferecer e o que procuramos alcançar.

Muitos dos que me abordam, na procura do sucesso, buscam atividades de retorno rápido, ou formulas mágicas de o alcançar. Mas a verdade é que o sucesso não é uma explosão de uma vela de dinamite. O sucesso está ligado a continuidade e coerência. Não tem nada a ver com sorte ou azar. O verdadeiro sucesso, sem efeitos colaterais desastrosos, jamais poderá ter origem num trabalho, mas sim num serviço que realmente gostamos de desempenhar. 

A primeira abordagem que faço ao meu cliente que vem solicitar apoio num projeto que está a pensar iniciar, é levá-lo de uma forma imaginativa, para o projeto em atividade. Imagine que o cliente tem uma casa de campo numa zona paradisíaca contornado por um riacho de águas cristalinas e pensa transformar aquele lugar num espaço de turismo rural. Aparentemente estão criadas as condições para um projeto de sucesso. Mas quando o cliente é inserido no imaginário funcionamento diário da atividade turística (lidar com clientes, colaboradores, encargos bancários, fornecedores, e a manutenção do meio ambiente), a ideia pode mudar. 

Assim; é fundamental que o serviço ou atividade que pretendemos oferecer nos realize pessoalmente e que contribua, para o sucesso e realização do nosso cliente e de toda a humanidade (natureza em geral). Só assim teremos verdadeiro sucesso. Porque, somente com uma atividade que realmente gostamos e nos dá prazer fazer, seremos realizados (não é oxidante / stressante), e nos fornece as energias necessárias para continuarmos diante das mudanças (contratempos). Para quem está empolgado (realizado) com o que faz, não existe a palavra adversidade (obstáculo), tudo são oportunidades preciosas de realização pessoal e contribuição para um mundo paradisíaco. 

O que é que me entusiasma verdadeiramente? 

A minha paixão pessoal está em ressonância com o servir (pessoas e sociedade)?

O que projeto oferecer como serviço ou produto é realmente útil a alguém?

Para quem já está numa atividade e o fluxo parou ou não flui suficiente para preencher todas as necessidades, podemos refletir e fazer a pergunta de outra forma. O produto ou serviço que estou a oferecer é realmente útil para o mundo? Ofereço soluções para as necessidades de meus clientes? Estas são questões que precisamos colocar a nós mesmos.

Nota: nem sempre a solução perfeita e criativa é o mais procurado pelo cliente. Há uma tendência para remediar (adiar), principalmente quando a solução perfeita tem a ver com mudanças. 

Então o que fazer? Oferecer ao cliente o que ele precisa para se sentir realizado e feliz ou o que ele quer? Dar-lhe o que ele quer… (remediar). 

A) – se o que oferecemos é da ordem física: como comida, casa, conforto, vestuário, mobilidade etc, damos ao cliente o que ele deseja. 

B) – se o que oferecemos tem a ver com tutoria/orientação emocional, mental e espiritual, tal como: transformação, autoconfiança, alegria, satisfação, realização pessoal, paz interior, iluminação, enfim…, felicidade.  Damos ao cliente o que ele precisa, através do exemplo e partilha de experiências. Só através do exemplo de vida e partilha de experiências, se pode apresentar um serviço de suporte e tutoria de alguém que procura a mudança. 

Resumindo: 

Tudo que pertencer ao reino tridimensional (que possa ser medido e pesado) teremos sucesso satisfazendo a vontade do cliente. Tudo que não poder ser medido e pesado como realização, saúde, paz de espírito, serenidade, alegria, transformação, iluminação, satisfação, felicidade, abundância, só funciona por exemplo e atração. Ninguém com uma vida em ruína, mesmo que tenha passado pelas melhores universidades do mundo, e conquistado todos os títulos académicos, escrito dezenas de livros, tem autoridade (moral) para prestar um serviço de tutoria/aconselhamento, a alguém que procura um sentido para a vida.

Enfim; se formos honestos e responsáveis, com nós mesmos e estivermos motivados verdadeiramente, e fizermos algo de que realmente acreditamos/gostamos e que é útil para as pessoas, o sucesso está alcançado.

Espero que esta minha partilha de experiência te tenha sido útil. Encontro-me incondicionalmente disponível, para qualquer explicação que não esteja clara neste ou noutro texto escrito por mim,

António Fernandes 

A realização pessoal (sucesso) faz parte da Saúde Integral

A realização pessoal (sucesso) faz parte da Saúde Integral

1ª parte

Existe um outro modo de olhar para o mundo

Curso em milagres

É importante que cada um de nós assuma a responsabilidade pela realidade que vive (experimenta). Apesar de ser uma frase muito batida, a verdade é que sem assumirmos a responsabilidade por tudo que está na nossa vida, não passamos de uma folha sem vida (vítima), a boiar no mar da vida, ao sabor dos ventos. Já todos sabemos (temos consciência) que a saúde só é real se for integral (em todas as áreas da vida). Assim, a saúde do corpo físico jamais pode ser separada dos relacionamentos saudáveis, da satisfação e realização pessoal, assim como da saúde financeira, do amor, da alegria, enfim, de Deus. É o separar o espiritual do material (materialismo dualista) que nos leva ao julgamento e a toda a espécie de sofrimento. Apesar de ser outra frase muito batida, anunciada pelo Nazareno há 2000 anos, entrou de novo na moda e enche a boca dos espiritualistas “New Age”.

É preciso acordar e enxergar que estamos errados em reprimir os nossos potenciais divinos em prol de uma “normalidade”. Somos natureza. E nós, os humanos, somos de todos os reinos da natureza os que possuímos o poder divino de criar. Cada ser humano é uma célula da humanidade, dotada do poder de Deus (o poder de criar). Apesar de não escrever nada que já não saibas, e de há milhares de anos ser o mote dos iluminados de todas as épocas (despertai), a verdade é continuamos adormecidos neste submundo separatista/dualista.

O cerco da inteligência artificial e da nanotecnologia aperta e o despertar ou continuar adormecido, já não é uma opção de escolha entre “o conforto” da vítima adormecida, que adia o acordar e o oportunista agressor, que se aproveita da sua dormência. O despertar individual é uma questão de vida ou de morte. E a comprovar o que escrevo, temos o atual COVID e a suposta “pandemia”. 

Agora vou tentar explicar porque é uma questão de vida ou de morte. Apesar de sempre ter sido assim, e a OMS alertar sempre para o facto de que tudo começa na Consciência e de que TODAS as doenças crónicas são psicossomáticas, a sonolência é tão grande, que continuamos a querer remediar, em vez de mudar e acabar de uma vez com o problema.

Mas a verdade é que vivemos num universo em evolução constante, e a natureza da qual fazemos parte integrante, evolui ao mesmo ritmo do universo. Não podemos continuar adormecidos no velho paradigma newtoniano/cartesiano. Ou seja as soluções antigas, não se aplicam as necessidades atuais.

Então como é?

A realidade de cada um de nós é o mapa do caminho. E para se compreender o mapa, temos de começar por aceitar o princípio de que a causa do que nos tira a felicidade está no nosso interior. Da mesma forma que é verdade que os vírus, micróbios e bactérias causam a doença e os “acidentes” causam lesões, escoriações, feridas…, também é verdade que isso acontece em consequência do que se passa na consciência da pessoa envolvida. Os vírus estão e sempre estiveram por todo o lado (fazem parte da natureza). Porque é que algumas pessoas são afetadas e outras não? Porque algo diferente se passa nas suas consciências. Porque é que há doentes nos hospitais que respondem de forma favorável aos tratamentos, e outros não? Porque têm perceções diferentes. Porque algo diferente se passa nas suas consciências. Quando alguém se magoa num “acidente”, porque é que é numa parte muito especifica do corpo, exatamente na parte do corpo que, geralmente, tem problemas? Será isso um “acidente”, ou haverá um padrão e uma ordem na forma como as coisas acontecem no nosso corpo e na nossa vida? Porque é que os melhores alunos de uma turma não são os mais bem-sucedidos na vida? Porque é que uns enriquecem e são realizados e felizes e outros empobrecem e vivem miseravelmente? É tudo uma questão de consciência.

Como funciona?

Todos sabemos que o mundo materialista dualista (tridimensional) que estamos habituados, está a mudar a uma velocidade estonteante, para uma realidade unicista em que não há separação possível (espiritual/material), e nunca mais voltará a realidade antiga. Também, todos sabemos que ninguém ensina nada a ninguém (tudo já está dentro de cada um de nós) e que a humanidade e o mundo despertam para o princípio da incerteza. Que graças ao facto de nada poder ser previsível, expandimos a mente ao encontro das possibilidades infinitas. Inicialmente pode parecer confuso, para uma mente adormecida (limitada) no paradigma dualista do mundo tridimensional. Mas se estiver disposto a despertar para a vida (evolução/mudança), vai aceitar que através da incerteza nos abrimos às possibilidades infinitas deste universo maravilhoso. Na verdade, nunca ninguém pode prever o amanhã. Mas o fazer as coisas de uma maneira conhecida, dariam um resultado idêntico. Por outras palavras, não podemos ter resultados diferentes, se fizermos as coisas da mesma maneira.

Então vejamos; apesar de não podemos prever exatamente o que vai acontecer, porque será a forma como o fazemos, e não o que fazemos, que vai determinar para cada um de nós o resultado (Sucesso ou Fracasso). Também existe a um fator importantíssimo que define se o resultado vem pleno de realização ou pleno de frustração. Eu vou explicar melhor. Agora faço-o de forma um pouco superficial, para que o artigo não se torne muito longo, mas no próximo artigo aprofundo estes dois aspetos fundamentais para a compreensão da realidade (Mapa).

O primeiro passo – (admitir o problema) – é reconhecermos que a realidade que experimentamos, já não nos faz feliz. Só assim poderemos desejar outra realidade. Porque não importa se estamos doentes em sofrimento ou atolados na pobreza. É preciso que estejamos cansados do sofrimento e da pobreza (é uma questão de consciência).

O segundo passo – (Solução) – Todo o problema tem solução perfeita e criativa – ter consciência desta premissa ensinada por Jesus, é encontrar a chave que abre a porta da realização (felicidade).

Terceiro passo – (Ação) – estabelecer novos objetivos pessoais – não importa qual é área da nossa realidade (mapa), que entrou em falência, em que a (rotura/insatisfação) é mais evidente. Reparar as roturas e mudar o rumo. Aqui é necessário a ajuda de um conselheiro profissional, para não correr o risco de entramos em círculos viciosos (hoje é muito comum as situações dramáticas, próximas da demência, em muitos membros da comunidade terapêutica New Age, e de muitos profissionais convencionais e das terapêuticas alternativas).

Como artigo já está a ficar longo, e estamos a falar de soluções perfeitas e criativas, para uma vida com qualidade, e não de palha para encher, vou deixar para o próximo artigo informações importantes adquiridas ao longo dos últimos quarenta anos, que fazem a diferença e definem porque o sucesso nos pode levar ao fracasso existencial e principalmente porque é que apesar de todos aprenderem na mesma cartilha, e fazerem da mesma maneira, uns enriquecem e realizam-se e outros empobrecem e depauperam a qualidade de vida.

Por favor não hesites, coloca dúvidas e apresenta as tuas experiências adquiridas, junto participamos na criação de um mundo bem melhor.

Obrigado por fazeres parte da minha realidade e do meu mundo,

António Teixeira Fernandes

7 anos de crescimento – O que aprendi!

7 anos de crescimento – O que aprendi!

Foi no dia 1 de Julho de 2013 que entrei nesta casa para dar início a um novo ciclo na minha vida.  

Poderia dizer que foi fácil, tomar a decisão de deixar para trás aquilo que já não me fazia sentir bem, mas hoje sei que tudo aconteceu da forma perfeita e natural, e deixar para trás o julgamento ou rotular os acontecimentos. 

No início eu não tinha noção do que iria acontecer no futuro. Mas acreditei no projeto de construir uma mova vida para mim. De me reconstruir a todos os níveis: físico e emocional.  

Ao longo destes anos a aprendizagem e crescimento era (e continua a ser) diário.  

Bastou seguir sugestões sem questionar e fazer o que era preciso ser feito para que rapidamente a mudança surgisse em mim. E assim ao fim deste tempo, de uma vida de sobrevivência, lutas e batalhas passei a ver o que me rodeia de uma forma bem mais serena e tranquila.  

Não, não atingi ainda o grau de maturidade de entrar no fluxo e deixar que seja feita a vontade do todo. Nas situações do dia a dia, a primeira tendência é controlar para obter o resultado que quero. 

Sim, aprendi a utilizar todos os meus talentos, e a desenvolver a criatividade.  

Aprendi que para atingir o que me proponho a atingir, não preciso de me esforçar e trabalhar arduamente. Apenas tenho de usar boa vontade e paixão no que faço. 

Aprendi que nada é complicado, apenas eu é que complico. 

Aprendi que sou capaz de fazer aquilo que me parecia impossível eu fazer 

Aprendi que do pouco se pode fazer muito. 

A falta e escassez, foram conceitos que desapareceram do meu dia a dia. Há sempre abundância naquilo em que me foco. 

Aprendi que apenas eu sou responsável por criar a minha realidade. 

Aprendi que faço parte de tudo e de todos. Que somos todos um e cada vez que eu rejeito alguma característica no outro estou a rejeitar-me a mim.  

Aprendi que há sempre tempo e que nunca é tarde para começar de novo. Cada dia que começa é sempre uma nova oportunidade para me melhorar. 

Aprendi que partilhar aquilo que tenho e proporcionar felicidade ao outro me realiza, mas ainda estou a aprender a ser merecedora de receber também… 

Aprendi a importância de pedir ajuda quando preciso, e deixar a arrogância de parte.  

Aprendizagens importantes, é verdade, mas a mais importante de todas foi aprender a amar-me e aceitar-me tal como sou. Aceitar as minhas características, aceitar que sou humana e que erros não existem. O que existe é a oportunidade de melhoria.  

Amar-me, porque se eu não tiver amor por mim, como posso dar amor!  

Todas estas aprendizagens de vida, mudaram a minha realidade e hoje, em que o Mundo enfrenta mais uma grande revolução, sinto que estou preparada para mostrar e partilhar este aprendizado e experiência com todos aqueles e aquelas que estejam preparados para desistir de uma vida de sofrimento e entrar numa nova forma de ver a vida. 

Há tanto para dizer sobre estes sete anos… tanto que vivi. 

Se tens curiosidade, deixo-te aqui o convite para experienciares por ti tudo aquilo que acabaste de ler neste pequeno texto. 

Sabe mais como podes fazer parte deste projeto. O projeto da tua nova vida! 

Noviciado Da Casa Escola António Shiva®

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