Terapia ocupacional

Terapia ocupacional

O ser humano nasceu para criar. Criar tudo aquilo que a sua mente seja capaz de conceber.

Hoje em dia, num mundo pronto a usar, em que nada é criado pela maioria, apenas se consome, a necessidade de sair da rotina, de ter tempo para si mesmo torna-se cada vez mais urgente.

A terapia ocupacional da Casa Escola António Shiva, não é mais uma forma de fugir à realidade, mas sim uma nova forma de usar a criatividade que todos nós temos.

Criar para tornar este mundo um local melhor a cada dia que passa, é a nossa missão.

Nesta vertente surgem atelieres de arte, costura, arte e reciclagem, cozinha, para que cada um descubra o seu talento.

Retiros

Retiros

9 dias de desintoxicação emocional

Um dos exercícios do treino em gestão de stress, e do manual de gestão de stress, consiste em 9 dias de desintoxicação emocional.

Ao longo destes 9 dias, o objetivo é não julgar, não criticar, não reclamar a vida, não alimentar pensamentos negativos, não assistir a noticiários ou ter acesso a qualquer órgão de informação, levantar uma hora mais cedo para iniciar as ações do dia, fazer uma alimentação simples e sem excessos, aceitar cada acontecimento, e não querer que as coisas sejam à nossa maneira. Este tem sido a prova mais complicada de muitos dos inscritos do treino em gestão de stress.

Como cada problema tem uma solução, e existe sempre uma solução perfeita e criativa para cada problema, a Casa Escola António Shiva, realiza este retiro de 9 dias, num ambiente de calmaria e sossego, fornecendo não só a oportunidade de realizar a desintoxicação emocional, mas dá também ferramentas uteis e práticas para utilizar no dia a dia.

São 9 dias, em que se libertam as amarras que nos prendem à realidade dos 95%.

Workshops de culinária saudável

Workshops de culinária saudável

Cada vez mais é necessário saber comer.

Mas acima de tudo, é necessário rever e atualizar alguns conceitos que temos sobre a alimentação, que se foram construindo ao longo dos tempos. É certo que tudo muda, e alimentos como o tomate que até há algum tempo era considerado um veneno, sabe-se hoje que o tomate trás grandes benefícios.

É importante saber que o que não é saudável, passa muitas das vezes pelo excesso, e também pela consciência e pelo estado emocional em que cada um de nós se encontra.

Encontrar o equilíbrio, numa altura em que surge tanta informação e opções alimentares é o nosso objetivo. Recebemos clientes de toda a parte do mundo, com a as mais variadas dietas (desde vegetariana, sem glúten, sem açúcar, etc…) A nossa cozinha é multifacetada, dando resposta a todas estas dietas alimentares. Com esta experiência os nossos workshops de cozinha têm como objetivo, não só desmistificar conceitos como mostrar uma alimentação saborosa e saudável, sem radicalismos.

Estes workshops têm a duração de 8 horas, com refeição incluída. A partilha de experiências faz parte, num clima de quietude e gratidão, para que o resultado, seja a expansão da mente, no que diz respeito à alimentação e aos conceitos que a ela estão ligados.

 

O mandamento novo e a nova era

O mandamento novo e a nova era

O mandamento novo e a nova era

(tema da palestra de domingo)

– O amor é como o sol, não se pode separar o calor da luz.

Atenção este artigo dedica-se aos que estão a despertar na nova era, e procuram expandir a consciência na semana de expansão em agosto em Fátima-Portugal.

Agora que estamos cientes que o mundo já mudou, e parte do que aceitávamos como verdade já o não é mais, é urgente identificar a situação que vivemos no momento e tentar entrar no novo ritmo e à melodia (feição) da vida. Ao contrário do que já chegamos a pensar, o facto de alcançarmos um objetivo concreto não nos garante a felicidade nem o bem-estar. Assim sabemos também agora, que não há objetivo, coisa ou pessoa que nos possa dar a felicidade duradoura. Todos que reconhecem que o mundo já mudou, sabem disso e não se deixam enganar pela autossabotagem. Hoje começa-se a concordar, que a felicidade se instala com a aceitação do que acontece, no quotidiano, e da segurança que a confiança no processo e fluxo da vida nos garante. Mas apesar de ser tão claro e simples, ainda continuamos envoltos em preocupações, autossabotando o que mais desejamos, a felicidade plena, que alguns mestres denominaram com o reino dos céus. Antes de entendermos porque isso acontece, vamos ao tema que será desenvolvido no 2º dia de expansão de consciência.

“O mandamento novo e a nova era”.

O mandamento do amor” já foi anunciado por Jesus há 2000 anos, aos seus contemporâneos. Mas não foi entendido o seu poder; tanto como antídoto do medo e da culpa, como o seu efeito regenerador na cura da humanidade em sofrimento.  O tal “mandamento do «amor»”, que nem os discípulos conseguiriam entender na época, continua hoje ainda por entender envolto no nevoeiro duma consciência limitada na matéria. Se sairmos à rua, ouve-se falar de amor por todo o lado; se ligares o rádio, ouvem-se lindas canções de amor. Na verdade, proclama-se, prega-se e promete-se o amor, por toda a parte, mas habitualmente só se fala de um amor condicional, limitante, sem essência.  Este tipo de amor, é uma sombra do amor que podemos identificar por «amor material». É apenas um reflexo da luz do amor, que tem o poder de erradicar todas as formas de sofrimento. Amor é a chave que abre todas as zonas de sofrimento e a luz, que transforma o sofrimento em alegria e bem-estar.

Não fico surpreendido que não concorde com o que vou escrever a seguir. Sei que cada pessoa faz sempre melhor que sabe, dentro da realidade que consegue enxergar. Então vamos lá. O mundo já mudou, e apesar dos aparentes conflitos mundiais, o homem moderno caminha para o amor incondicional. Da mesma forma que aumentam a um ritmo acelerado, e aparentemente assustador, as legiões de ansiosos, deprimidos e outros doentes, no mundo também diariamente a ritmo semelhante, surgem por todos os recantos do mundo, legiões de anónimos «ativistas da nova era», que iluminam com a luz que irradiam o mundo de amor, que eles próprios criam. Apesar de essas multidões de homens e mulheres serem menos falados pelos meios de comunicação e não fazerem parte da abertura de telejornais de todo o mundo, não significa que estejam a crescer a um ritmo mais lento que a ansiedade e o sofrimento em geral.

Todos sabemos as consequências desastrosas para a humanidade, que ainda se repercutem nos nossos dias, através do medo e da culpa, criadores de stress, cancros, doenças cardiovasculares, diabetes, depressão, ansiedade, Alzheimer, e outras doenças tanto ou mais destruidoras do homem e da humanidade. Simplesmente por se ter ignorado “O mandamento novo” proclamado e expressado pelo mestre Jesus.

Como a humanidade e o mundo teriam sido diferentes se tivéssemos tido a capacidade de interiorizar o amor, tal como ele ensinou e praticou. Todos que estão atentos aos sinais dos tempos, sabem como esse amor incondicional, não mais pode ser adiado pelo homem moderno. Não só porque continua a criar novas formas de sofrimento, mas porque corre o risco, de perder a sua essência divina e ser anulado pela inteligência artificial.

Algumas armadilhas com que normalmente tenho sido confrontado, ao longo da minha vida. Quando se fala de amor, na sua essência incondicional, expressamos “aceitação”, tantas vezes confundida por mim, com tolerância. Uma coisa oposta do amor, criadora de sofrimento e autodestruição. Por ser uma confusão muito comum, nesta palestra, serão abordadas ações práticas do quotidiano facilmente confundíveis, mas com resultados totalmente opostos.

Exemplo:

oiço constantemente isto: “eu aceito – não tenho outro remédio”.

É preciso esclarecer que isto não tem nada a ver com amor, isto é tolerância, é uma forma pura de arrogância. Amar é aceitar! Aceitar não significa estar de acordo. Aceitar o que acontece, é amar tudo o que acontece, apesar de não estar de acordo. Amar incondicionalmente só é possível, quando confiamos incondicionalmente no processo e fluxo da vida. Quando se consegue esta segurança na união de aceitação com confiança plena, entra-se numa nova dimensão da realidade, levando-nos invariavelmente a um estado considerado por muitos; «por estado de graça».

O mundo e a humanidade entraram na era tecnológica ou espiritual, onde os velhos pesos e medidas, não conseguem avaliar, a realidade. Hoje 2000 anos depois, consoante se desperta, assim se adquire a capacidade de compreensão, que só o amor pode melhorar o ser humano. O amor é a energia que vivifica a forma humana. O homem moderno só será liberto do sofrimento, quando, permanecer no amor, pelo amor e para o amor. Permanecer no amor não é mais uma questão de escolha. Trata-se de ser ou não ser.

António Fernandes

 

O mundo já mudou

O mundo já mudou

“Ó Totó já não estamos no Kansas” (feiticeiro de OZ)

Passaram-se já dezassete anos desde que organizei a primeira convenção para pessoas que em certa altura da sua existência, começaram a perder o entusiasmo pela vida e aos poucos foram derrapando para um beco sem saída. A maioria dos participantes, são homens e mulheres “bem-sucedidos na vida”, que conquistaram os seus objetivos e perderam o entusiasmo e a alegria de viver.

Outros tiveram um trajeto bem diferente, fizeram sempre o que era suposto fazer, e apesar de serem vistos como bem-sucedidos sentem-se inseguros, e frustrados. Na verdade, todos procuram a tão famigerada segurança da paz interior, mas encontraram um aperto no coração e desinteresse pelo que a vida tem para lhe oferecer.

Porque é que este fenómeno é tão vulgar na sociedade atual?

Em vez da segurança da paz interior, e entusiasmo expectante do novo dia todas as manhãs, o homem moderno é impulsionado pelo fardo das obrigações, por estar tomado por ansiedade, angustia, tristeza, desinteresse e insegurança?

Qual será a razão deste tédio, numa altura em que o mundo é invadido pelos milagres tecnológicos, que tanto beneficia a vida da humanidade?

O mundo já mudou, e o sistema educacional não acompanhou o ritmo da mudança, levando o homem moderno para esta crise de identidade existencial. A verdade é que a sociedade moderna ainda é educada e treinada através de uma filosofia materialista, que contempla a realização material, que privilegia o ter, em detrimento do ser.

Desta forma, as capacidades ou aptidões de uma pessoa só tem valor se puderem ser convertidas em valores quantificáveis, em dinheiro, coisas ou poder. O paradoxo é que o ser humano é muito mais que isso, mas continua encantado na ilusão limitante do materialismo, dirigindo-se para o vazio existencial, como passarinho para a boca da serpente. Não há tempo a perder, para tentar compreender porque chegamos a esta situação tão deprimente. Porque nos encurralamos no sofrimento e no vazio existencial, arrastado connosco aqueles que mais amamos. É hora de despertar, e gritar “O MUNDO JÁ MUDOU… Ó TÓTO”

Como aconteceu?

O mundo foi mudando enquanto lutávamos pela sobrevivência e um lugar no pódio da vida. Quando atingimos o “pódio”, não importa se é doutor, engenheiro ou outro cargo técnico, depois da euforia do momento, o que mais sobra é ansiedade e frustração. Raramente se é feliz. Parece que tem tudo, mas quando deixa de olhar para fora, e olha para dentro de si, quase nunca se sente satisfeito. Sente-se doente, já não acredita em si mesmo.

É urgente despertar para a liberdade da consciência abrangente, despertando a alegria com que chegou a este mundo, largando a limitada da filosofia materialista, que nos rouba a alegria e o entusiasmo pela vida, adquiridos a nascença.  É indispensável aceitar o novo paradigma espiritualista que tudo abrange da nova era, se queremos usufruir da realização pessoal, e cocriar o mundo que desejamos viver.

A todos que pedem informações sobre a próxima semana de expansão da consciência, a realizar no mês de agosto em Fátima, faço sempre o mesmo apelo:

“Antes de ler a informação, por favor avalie a sua vida, responda a estas questões”:

  • sente o coração sereno em paz?
  • sente-se seguro(a) no momento presente?
  • sente-se seguro(a) em relação ao futuro?

e remato com esta questão:

Quando acorda pela manhã sente-se entusiasmado e expectante em relação ao dia totalmente novo que lhe é oferecido?

Continuo à espera de um sim categórico. Mas apesar de saber que no mundo existem pessoas felizes, fico a pensar porque é que não se acorda entusiasmado e expectante pelo novo dia que nos é oferecido? Todas as manhãs temos um dia totalmente novo para viver.

É um novo ciclo de vida que se abre e que ninguém sabe como vai terminar. Não ter consciência dessa verdade, é estar em negação ao novo e a vida.

O mundo já mudou e a semana de expansão da consciência tem como objetivo desvendar-te a realidade de bem-estar paz e alegria que está bem a nossa frente e que não conseguimos enxergar.

Vem de mente aberta libertar-te do medo e dançar com a vida.

António Fernandes

Pin It on Pinterest